Receitinhas

molho de cebola da minha mãe ou manhêeeee, olha eu fazendo molho de cebola!

Está oficialmente aberta a Temporada de Churrascos da Gringolândia. Eu fiz minha primeira tentativa na semana passada, com uma daquelas churrasqueiras redondinhas de filme. Foi durante o jogo da Inglaterra e obviamente gringo-lindo e todos os outros espécimes do sexo masculino abandonaram a churrasqueira em minhas - inexperientes - mãos por duas horas. Resultado: oito lingüiças queimadas, uma asa de frango que saiu voando do garfão e três pedaços de carne perdidos para sempre no mar de carvão.

Depois peguei o jeito da coisa e os telespectadores de Inglaterra X Paraguai não reclamaram. Se bem que acho que, no meio do jogo, eles não teriam reparado se eu servisse sola de sapato. E confesso que pensei na possibilidade enquanto defumava meu cabelo na churrasqueira depois da terceira lingüiça queimada.

 

Mas o meu grande triunfo foi ter reproduzido com sucesso e pela primeira vez o MOLHO DE CEBOLA PARA CHURRASCO da minha mãe. Tudo bem que é facílimo, mas eu nunca tinha me sentido adulta o suficiente para fazer molho de cebola.

 

À receita. É tudo meio de olho, dependendo da quantidade de convivas... 

  • 5 cebolas
  • Óleo vegetal
  • Azeite de oliva
  • Vinagre
  • Sal
  • Pimenta
  • Orégano
  • Açucar

Corta as cebolas em anéis. Coloca em uma tigela e cobre com água fervendo. Deixa por EXATAMENTE 4 minutos e joga a água fora. Aí cobre a cebola com bastante óleo, um tanto de azeite e um pouco de vinagre. (A proporção é tipo 3/5 de óleo, 1/5 de azeite e 1/5 de vinagre).

Joga orégano, sal e pimenta a gosto e um pouquinho de açúcar.

 

E pode fazer com alguns dias de antecedência porque o molho vai ficando melhor com o tempo!

 

PS: E o quanto adulta serei eu levando o molho em um tupperware para o churrasco que tenho neste domingo? Nunca pensei que seria o tipo de pessoa que leva receitas preparadas por mim mesma em tupperwares!

Molho fácil da guerreirinha

Dando continuação à seção blogueiros convidados, ou palpite no blog dos outros é refresco, com vocês ela, a única, gloriosa e poderosa guerreirinha!

 

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Salve queridos leitores!

 

Aqui quem fala é a Guerreirinha....de convidada especial do blog! Que honra!

 

Bom, queria compartilhar uma receitinha com vocês, daquelas das minhas (aka: odeio cozinha, odeio cozinhar mas moro sozinha e preciso comer!). Ela é tão simples, mas tão simples, que até eu consigo!!!

 

Molho Fácil da Guerreirinha

 

Bom, você faz lá o macarrão normal, como sempre.....aí para o molho, coloca uma lata de molho de tomate qualquer (eu uso Pomarola) e uma lata de creme de leite. Mistura os dois e pronto!

 

Bom, provavelmente a maioria de vocês já pensou em juntar molho de tomate com creme de leite antes, eu nunca e mudou a minha vida!  Espero ter ajudado alguma pobre alma faminta e sem dotes culinários (Denise???)

 

Beijos para todos!

 

(guerreirinha fazendo pasta. hihihi)

Eu que inventei!

 

Falta de competitividade + concentração de criança de 5 anos = drink novo!

 

Estava jogando "Master" com amigos, perdendo ridiculamente. Algumas rodadas depois, como sempre, perdi também o interesse. E resolvi ser fofa e preparar coquetéis para os colegas que me venciam sem dó nem piedade. A idéia não era deixá-los bêbados para que eu ganhasse o jogo. Era mais deixá-los bêbados para que parassem de jogar. E me dessem atenção. Sim, porque não sou competitiva, mas adoro ser o centro das atenções.

Assim surgiu o drink 3.0 (batizado em homenagem ao meu aniversário, já que foi inventado no final de semana comemorativo). Quem já bebeu e lembra, recomenda!

 

3.0

 

  • 1 medida de vodka
  • 0,5 medida de Grenadine
  • 2 medidas de suco de laranja
  • Sprite ou similar
  • Gelo 

Mistura a vodka, Grenadine, suco de laranja e gelo em uma coqueteleira. Coloca em um copo alto com 2 pedras de gelo. Completa com a Sprite.

hihihi

Quem acredita em comida afrodisíaca?

Eu tenho alguns pareceres sobre o assunto.

Levemos em consideração o aspargo. Dizem que é afrodisíaco. Mas fui pesquisar e descobri que a teoria surgiu em algum lugar do passado por causa da forma do dito cujo que lembra...bem...um dito cujo.

 

Os amendoins, gemas de ovo e catuabas, por exemplo. Dão força e alimentam, então talvez sejam, indiretamente, afrodisíacos.

 

Já as ostras e os mexilhões, esses funcionam. Sei lá porque. Mas dão um fogo danado. Ou será que foram as cinco taças de vinho?

 

 (hihihi) 

Enfim...segue uma receitinha ótima que dizem ser afrodisíaca...chama "Lover's linguini". É uma delícia. Agora, quanto a ser afrodisíaca, sei não...Vou ter que fazer mais testes...Hihihi.

 

Lover’s Linguini

 

  • 450 gramas de linguini
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 1 dente de alho, picadinho
  • 1 e ½ xícara de cogumelos, cortados em 4
  • 1 xícara de aspargos, cortados em pedacinhos
  • 1 xícara de fundos de alcachofra
  • 1 lata de creme de cogumelos (aqui vende essa sopa em lata, no Brasil não sei…) 

Refoga na manteiga o alho, cogumelos, aspargos e alcachofras. Acrescenta a sopa e cozinha em fogo moderado por 10 minutos, mexendo sempre. Cozinha o linguini, mistura tudo, acrescenta pimenta e…me conte os detalhes picantes!

the onion war...

Essa receitinha é simples, simples. Como eu acho que as receitas devem ser. O gringo-lindo às vezes discorda e acha que cabe mais um ingrediente. E taca cebola! E dá início à nossa "guerra da cebola". Mas isso é outro assunto e eu estou divagando!!

Voltemos à receita. Também se encaixa na categoria "confort food", mas tem um lado saudável. Então é "confort food" com consciência limpa! E os amigos geralmente gostam. E minha guerreira-mãe-samurai também.

 

Massa com abobrinha e beringela

 

1 abobrinha grande

1 beringela

1 cebola (hahaha, aqui a cebola fica boa. Viu, não sou contra cebola!)

2 dentes de alho

4 tomates cozidos e sem pele ou 2 latas de tomates pelados

queijo ralado

massa (a gente usa penne ou fusilli ou conchinhas integrais...)

azeite

 

Corta a beringela e a abobrinha em cubinhos. Pica a cebola e o alho. Reforga a cebola, depois alho, depois a beringela e aí coloca a abobrinha. Depois adiciona os tomates e deixa lá por um tempo fervendo de leve, para "secar" um pouco.

Faz a massa. Aí pode servir assim ou então colocar numa forma, encher de queijo ralado e colocar para assar por uns 15 minutos. Yums!

  sem nome

   Quando eu conheci o gringo-lindo eu tirava sarro de pessoas:

   -  vegetarianas

   - que comiam coisas orgânicas

   - que não bebiam ou fumavam ou tinham um "vício" qualquer.

 

   Bom, continuo desconfiando da terceira categoria. Mas aprendi com ele a comer melhor. Não sou vegetariana de verdade e não serei enquanto houver bacon e presunto no mundo. Também não compro tudo orgânico porque pagar 3 libras por um tomate faz mal à saúde. Mas comemos bem, muitos vegetais, legumes,    soja, ovos de galinhas que passeiam felizes pela fazenda e coisas do tipo. E é do repertório "saudável" do gringo que vem essa sobremesa. Não tem nome, mas é boa!

 

   Sobremesa sem nome do gringo-lindo 

  • 1 pote de queijo cottage (pode ser o normal ou com pedaços de abacaxi, que tem por aqui)
  • 1 pote de iogurte natural
  • 1 banana
  • essencia de baunilha
  • açucar mascavo 
   Mistura o cottage, iogurte, a banana picada e umas gotinhas da essência de baunilha. Coloca em potinhos e joga um pouco do açucar mascaco em cima.

 

 

Moqueca

Mesmo depois que aprendi a cozinhar, sempre tive medo de algumas receitas. No meu pequeno imaginário, elas me parecem difíceis, trabalhosas, demoradas. Daquelas que viram "a coisa" se você se distrair por 2 minutos, precisam de vinte tipos de ingredientes, alguns deles mais caros que uma blusa de liquidação, e ainda te deixam cheirando a cebola e sem forças para a sobremesa .  Nessa zona culinária proibida estavam moquecas, casseroles, cuscus paulista e o kubani, uma receita iemenita que só minha finada avó sabia fazer e que foi passada apenas para a minha-agora-ex-madastra com quem eu não tenho muito contato mas isso melhor deixar pra lá. Enfim, não é que outro dia guerreira-mãe decide que vai cozinhar para nós uma moqueca. Algo não estava certo. Minha mãe, rainha das receitas práticas e fáceis, fazendo moqueca? Pois é, colegas, moqueca é fácil de fazer. Ou minha mãe simplificou a receita. Seja como for, aqui vai! Testada e aprovada!

Moqueca de Peixe Capixaba

  • Peixe (parece que o melhor é em postas, mas nós usamos filés de bacalhau fresco mesmo e ficou ótimo)
  • Tomate em rodelas
  • Cebola em rodelas
  • Coentro picado
  • Coloral (isso é tipo um corantezinho natural que tem no Brasil, mas não faz muita falta na receita)
  • Azeite
  • Sal e pimenta

Tempera o peixe com sal, azeite e um pouco de limão.
Coloca azeite em uma panela grande e vai colocando uma camada de tomate, cebola, peixe e um pouco de coentro. Vai repetindo essas camadas até encher a panela.
O coloral, se tiver, dissolve uma colher de chá em um pouco de azeite e joga na primeira camada.
Tampa, liga o fogo baixo e deixa cozinhar por mais ou menos 20 ou 30 minutos (até ter formado um caldo).

Servir com arroz...

Para variar, pode colocar leite de coco...mas isso eu ainda não tentei...

Braços de batata

Batata é um dos ingredientes preferidos dos britânicos. Não é coincidência que a batata assada no Brasil ganhou o nome de batata inglesa. Por aqui, os chips são comida obrigatória nas bebedeiras e a torta de purê com carne moída é um dos pratos típicos. E eu já vi uma sujeita comendo um sanduíche de pão de forma branco recheado de batata frita. Carboidrato ao quadrado e 1/5 de bom-gosto. Eu, que não sou de reparar ou palpitar , tive vontade de arrancar o sanduíche das mãos dela, dar-lhe um beliscão e dizer, com entonação materna: "Come direito, menina". É por essas e outras que as inglesas tem braços de batata, como constatou meu amigo Otavio.

Mas, se não pode vencê-los, coma como eles! Não sanduíche de batata frita, claro, porque eu sou fina. Mas eu e gringo-lindo criamos nossa própria versão da batata assada, que batizamos de "our baked potato special". Nossa releitura do clássico é tão britânica que tem até baked beans, os feijões de lata que eu amo de paixão, mas que a maioria dos brasileiros odeia e torce o nariz, dizendo "eca, feijão doce". Só para esclarecer, o feijão não é doce, apenas levemente adocicado! Aqui vai nosso Baked Potato Special...

INGREDIENTES (para duas pessoas gulosas como nós)

  • 4 batatas (2 por pessoa)
  • 1 lata de baked beans
  • 1 lata de atum
  • maionese
  • mostarda
  • queijo ralado grosso (algum amarelo mas não parmesão, a gente usa cheddar)
  • manteiga
  • salada
  • soured cream (ou creme azedo, que não tem no Brasil...clica aqui para uma idéia de como recriar)

Assa as batatas em papel alumínio por cerca de 1h30. Mistura o atum com a maionese e um pouco de mostarda. Esquenta os baked beans. A disposição do prato é MUITO importante na nossa criação, então atenção! Coloca duas batatas no prato, abre elas (fazendo um + com a faca), coloca sal, manteiga e queijo. Aí, em uma delas, coloca 3 colheres do atum. Na outra, 3 colheres de baked beans. Põe um pouco de soured cream no topo, pimenta e serve com a salada ao lado.

Voilá. Confort food das boas! Para comer de larica em frente à TV.

Salmão, manga e questões

Será que eu estou revelando todos os meus segredos gastronômicos e fazendo com que meus jantares percam o mistério? Será que da próxima vez que alguém for jantar em BucklandCourtLand vai olhar minha criação com desdém, dizendo blasé depois de provar "ai, eu sei fazer esse prato, nem é tão difícil e o meu ficou bem melhor"? Fiquei debatendo essas questôes antes de postar essa, que é uma das minhas receitas preferidas. Porque sigo o exemplo da minha mãe, guerreira-mor do planeta, que diz que receita se passa sim! E com um olharzinho de orgulho ao dizer "é tão fácil de fazer, você vai ver". Então, futuros convivas, mesmo que já tiverem comido meus pratos no calor de seus lares, quero todo mundo lambendo os beiços! E dizendo que a versão original é sempre inigualável! Senão faço greve de receitas.

Bom, agora ao que importa: o prato! É bonito, leve e colorido. E meio exótico. Eu amo, o gringo lindo diz que está "not so sure", os convidados geralmente aprovam. Depois vocês me contam o que acharam do SALMÃO COM SALSA DE MANGA.

Ingredientes (para 4 pessoas)

PARA O PEIXE

  • 4 filés de salmão (sem espinhos ou pele)
  • 2 colheres de sopa de azeite com um pouco de chilli picado
  • Suco de 2 limões
  • Sal e pimenta

PARA A SALSA

  • 1 manga - descascada e cortada em pedacinhos
  • 3 colheres de sopa de coentro picado
  • 1 cebola vermelha - bem picada
  • 1 chilli pequeno - sem as sementes e picado
  • Suco de 1 limão
  • Sal e pimenta

PARA O CUSCUS

  • 250g de couscous
  • 500 ml de caldo knorr de vegetais quente (mistura um caldo knorr em 500 mil de água fervendo)
  • Sal e pimenta

Deixa o salmão marinar por uns 30 minutos na mistura de azeite, limão, etc. Para fazer a salsa, combine todos os ingredientes. A salsa pode ser feita com até 3 horas de antecedência e mantida na geladeira. Grelhar o salmão por mais ou menos 7 minutos. Para fazer o couscous, coloca numa tijela, mistura o caldo knorr e cobre, deixando descansar por 10 minutos. Depois é só separar os grãos com um garfo.

PARA SERVIR

Coloque uma porção de couscous no prato e o salmão em cima, coberto pela salsa. Lindo e fácil!

Café...gelado

Minha nova mania é café gelado. Tomos pelo menos um por dia. Isso depois que eu decidi que cafeína faz bem, ativa os neurônios e outras cositas más. E que tomar chá é coisa de inglês ou Dalai Lama (essa parte é inveja pura, porque adoraria ser uma pessoa que toma chá de ervas, acho lindo...mas é ruim e deixa a boca seca, não consigo, maldição).

Mas voltando ao café gelado. Eles têm em todas as cafeterias de Londres, na versão café com gelo ou raspaninha de café (que chama frapuccino). Sempre em balde, porque é assim que se toma café aqui. E custando os óio. Aí um dia resolvi fazer meu próprio café gelado. E, surpresa, ficou bom. E barato! Então é assim:

Coloca uma colher de chá de café instantâneo na caneca. Aí coloca só um tiquinho de água fervendo, só o suficiente para dissolver o café. Enche a caneca de leite gelado, adoça e coloca duas pedrinhas de gelo. Bom para o verão londrino que se aproxima (dizem) e para o verão eterno brasileiro.

 

Preguiça

Sabe aquele dia que você acorda com o cabo de guarda-chuva na boca, o badalo da catedral da Sé na cabeça e o rímel do dia anterior? Ou aquele em que chove lá fora, você está sem ninguém para chamar de seu, de calça furada e enrolada feito burrito no edredon? Então, nesses dias nada melhor do que "confort food". É um conceito que conheci aqui. É simples, é bom, tem sustância e calorias. É fácil de fazer, mesmo quando o Tico liga dizendo que está doente e o Teco declara greve. Sem frescura ou ingredientes terminados em "inha". Então aqui vai uma das minhas receitinhas "confort" favoritas. Criação do gringo. A gente chama de "tuna and mash bake". Como fazemos tudo meio a olho, as quantidades são aproximadas...

Para o purê

  • Cerca de 10 batatas
  • Leite
  • 1 naco de manteiga
  • Sal
  • Pimenta
  • Pitada de noz moscada

Para o resto

  • 2 latas de atum
  • Suco de meio limão
  • Aproximadamente 300 gramas de queijo, ralado grosso (nós usamos o cheddar inglês, no Brasil pode ser prato ou outro queijo parecido)

Modo de fazer:

Mistura o suco de limão no atum e deixa de lado...

Faz o purê de batatas (cozinha as batatas no vapor, descasca, e amassa colocando a manteiga, o leite, sal, pimenta e noz moscada. A consistência tem que ser relativamente firme).

Em uma travessa coloca uma camada de purê, o atum, mais ou menos 200 gramas do queijo, pimenta. Em cima, outra camada de purê e o resto do queijo. Coloca no forno bem quente por uns 10 minutos ou até dourar o queijo de cima...

Para comer na frente da TV ou ouvindo música de dor de cotovelo! E de meias!

Shoyu com creme de leite

Eu não tenho muita paciência para "fusion food". Nem para a moda das comidas que acabam no diminutivo, como "purê de mandioquinha", "trouxinhas de abobrinha" e por aí vai.
Mas acabei me apaixonando por uma receita que encontrei num site e adaptei aos ingredientes que existem aqui em Londres (e que tem no Brasil também).
É fusion, porque mistura shoyu com creme de leite (calma, fica bom, eu prometo).
E tem abobrinha. E minimilho, que também é uma espécie de diminutivo...
Mas fica muito bom, então aqui vai a receita:


  • 500g de espaguete ou linguini (eu usei espaguete integral)
    1 pacote de minimilhos
    1 abobrinha
    sal e pimenta
    óleo (pode ser de girassol, azeite ou de gergelim)
    1 ou 2 colheres (chá) de gengibre ralado
    mais ou menos meio copo de shoyu
    200ml de creme de leite

Cozinha o macarrão...
Ferve ou cozinha no vapor os minimilhos (mas cuidado pra não ficar muito molenga)

Para o molho, coloca o óleo numa frigideira funda e leva ao fogo algo...coloca a abobrinha cortada em pedacinhos, deixa amolecer um pouco...depois coloca o gengibre e os minimilhos e deixa mais um pouquinho...
Acrescenta o shoyu, e por último o creme de leite.


Aí mistura com o macarrão e...

 bon apetit!

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